Subtitles · Tradução ao vivo

Legendas no seu idioma,
antes de a frase terminar.

O Subtitles escreve o que o seu Mac toca. Desde a versão 1.3 ele também pode traduzir isso conforme chega, de qualquer um dos dezesseis idiomas que ouve para qualquer outro, na máquina, pelo tradutor da Apple. Nada é enviado para traduzir, e essa era a única versão disto tudo que valia a pena construir.

Reembolso em 14 dias, sem perguntas

Pagamento único de US$ 9 · macOS 15 para a tradução, 14.2 para todo o resto · Apple Silicon

Dois itens no menu

O Translate To fica embaixo do seletor de idioma e começa em Off. Escolha um destino e as legendas chegam nesse idioma a partir da frase seguinte. O Translation Timing, logo abaixo, decide o que você vê enquanto a frase ainda está sendo dita, e é aí, no fim das contas, que está todo o problema de design.

O menu do Subtitles, com Translate To e Translation Timing abaixo de Language / Models
No macOS 14 os dois itens ficam ausentes, em vez de acinzentados.

O difícil é a frase que ninguém terminou

Traduzir uma frase pronta é rápido: de 40 a 125 ms neste hardware, o que não é nada perto do tempo que alguém leva para dizer uma. A pergunta de verdade é o que deve estar na tela nos segundos antes de a pessoa chegar ao fim, e não existe resposta certa para todo mundo. Então há duas, e você escolhe.

Live, Then Settle

O último segundo de fala é retraduzido a cada atualização e mostrado esmaecido até assentar. O texto esmaecido ainda pode mudar; o nítido parou. Você lê uma página que quase não se mexe, ao custo de as últimas palavras parecerem provisórias, que é o que elas são.

Always Live

Tudo é retraduzido a cada atualização. Nada fica para trás de quem está falando e nada é segurado, e o preço é que uma linha que você já leu pode ser reescrita na sua frente quando a frase chega à palavra que muda tudo.

Por baixo dos dois, uma regra que não se desliga: traduzem-se orações inteiras, nunca o quadro. O overlay quebra a página onde o texto fica sem espaço, o que quase sempre cai no meio de uma frase, e um fragmento traduzido sozinho perde o caso, a concordância de gênero ou um verbo a que quem fala ainda não tinha chegado. Então o que é traduzido e o que é mostrado são duas unidades diferentes, e as quebras de página acontecem depois, sobre prosa que já faz sentido.

Um quadro que enche e vira recomeça na última oração que mostrou, e não na palavra que transbordou, para haver uma linha em que se reancorar em vez de um corte seco. Só quando ele virou rápido: um quadro que ficou ali tempo suficiente para ser lido já te deu esse tempo.

Segure e o original volta

A tradução tira de você justamente o que estava ouvindo. Segurar devolve: o quadro ao vivo e a pilha do passam os dois para o idioma falado, exatamente pelo tempo em que você mantiver a tecla. A tradução continua por baixo enquanto você olha, então ao soltar você volta ao texto do momento e não ao instantâneo que deixou, e cada idioma guarda o próprio histórico para a pilha nunca misturar os dois.

Se você está aprendendo o idioma, é assim que vale a pena usar: ler o seu quando perdeu o fio da meada, e não apertar nada no resto do tempo.

Todos os pares, sem desvio pelo inglês

Dezesseis idiomas dão 240 pares ordenados, e todos funcionam. É por isso que aqui a tradução é uma segunda etapa e não um ajuste do reconhecedor: os modelos que traduzem enquanto transcrevem são treinados para e a partir do inglês, então francês para alemão teria que passar pelo inglês, e vários desses idiomas nem estão nas listas deles. Entregar texto já pronto a um tradutor que cobre todos os pares custa algumas dezenas de milissegundos e não deixa ninguém de fora.

Na detecção automática o idioma de origem vem da própria etiqueta de idioma do reconhecedor, que ele sabe depois de uma palavra ou duas, em vez de pedir ao tradutor que adivinhe frase a frase.

Continua sem sair nada do Mac

O áudio nunca saiu, e o texto traduzido também não. Ele passa pelo framework Translation da Apple, a mesma tradução no aparelho que o resto do macOS usa, então não há servidor nisso, nem chave para guardar, nem conta para ter. A única vez em que a rede entra é quando o macOS pede para baixar um par de idiomas no primeiro uso, o que ele faz também para as traduções dele; depois disso o par está no disco e não sobra nada para buscar.

De um jeito ou de outro, nada é gravado. Uma legenda traduzida está na tela e depois some, igual a uma não traduzida, e a página de privacidade é curta pelo mesmo motivo de sempre.

Vale saber antes de contar com isso

  • macOS 15 ou posterior, só para este recurso. É lá que chega o tradutor da Apple. No 14.2 o app continua legendando tudo o que sempre legendou, e os dois itens ficam ausentes do menu, em vez de acinzentados.
  • Ele traduz o que ouviu, não o que foi dito. Um nome que o reconhecedor entendeu errado é traduzido fielmente, com erro e tudo. Os erros não se anulam na segunda etapa, e onde a precisão importa mais, fixar o idioma falado em vez de deixar na detecção automática é o ajuste que faz diferença.
  • Legendas escritas por alguém são melhores, onde existirem. Uma tradução que alguém escreveu, revisou e sincronizou ganha sempre do que o app faz. Isto é para o áudio que nunca teve uma: a chamada, o huddle, a aula, o podcast, o vídeo só com a faixa original.
  • Uma direção por vez. Existe um idioma de destino, não um par, então uma chamada em dois idiomas é traduzida para o seu, e com você vê o que foi realmente dito.

Perguntas sobre tradução

Entre quais idiomas ele traduz?
Qualquer um dos dezesseis que ele legenda para qualquer um dos outros quinze: inglês, espanhol, francês, italiano, português, alemão, holandês, turco, russo, árabe, híndi, japonês, coreano, vietnamita, ucraniano e mandarim. São 240 pares ordenados, e nenhum passa pelo inglês no caminho.
O áudio sai do meu Mac para ser traduzido?
Não. O áudio já não sai, e o texto também não: a tradução passa pelo framework Translation da Apple, que funciona no aparelho. O macOS pode pedir para baixar um par de idiomas na primeira vez que você usar, do mesmo jeito que faz para as traduções dele, e depois disso o par está no disco e o app não faz nenhuma chamada de rede.
Qual é a diferença entre os dois ritmos?
O Live, Then Settle traduz o último segundo de fala a cada atualização e o esmaece até assentar, então o texto nítido parou de mudar e o esmaecido ainda pode se mexer. O Always Live retraduz tudo a cada atualização: nada fica atrás de quem está falando, e qualquer coisa na tela ainda pode ser reescrita. Live, Then Settle é o mais calmo de ler; Always Live é o que nunca deixa você uma frase atrás.
Dá para ver também o idioma original?
Segure . O quadro ao vivo e a pilha do passam os dois para o idioma falado enquanto a tecla estiver pressionada, e a tradução continua por baixo, então ao soltar você vê o texto do momento e não o instantâneo que deixou. Cada idioma guarda o próprio histórico, então a pilha nunca mistura os dois.
Qual macOS a tradução exige?
macOS 15, porque é lá que chega o framework Translation da Apple. Legendar continua rodando no 14.2, onde Translate To e Translation Timing simplesmente não aparecem no menu, em vez de aparecerem acinzentados.
É a mesma coisa que as legendas de um serviço de streaming?
Não. Um serviço de streaming entrega uma tradução que alguém escreveu, revisou e sincronizou, e onde ela existe é melhor do que isto. Isto é para o áudio que nunca teve uma: uma chamada, um huddle, uma aula, um podcast, um vídeo com nada além da faixa original.

Dezesseis idiomas entram, sai aquele que você lê.

Reembolso em 14 dias, sem perguntas

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